Academia

UFRGS

Um estudo de Breier e Guimaraes (2016) mostrou que a polpa obtida pelo processo soda é uma alternativa viável para produção de embalagens em larga escala, atendem aos requisitos da ABNT, são resistentes e podem ser reprocessadas no seu fim de vida, sem danos para o ser humano e meio ambiente.

A produção anual de casca de arroz no Brasil pode atender aproximadamente 1% da demanda de papelão de embalagem do país, reduzindo o abate de aproximadamente 250 mil árvores.

Pelo que foi calculado, o custo de implantação do processo soda (R$ 3.335.850,00) em uma cooperativa de processamento de arroz estaria sendo compensado em 47 meses com a venda de polpa de celulose, considerando o preço médio de R$ 700,00/ton. Este modelo de produção de polpa pode ser adotado em todas as regiões beneficiadoras de arroz, pois o problema de resíduo é o mesmo.

Ao instalar fábricas de polpa de papelão nas cooperativas beneficiadoras, não haveria o problema de transporte e deposição da maior parte de resíduos. Além disso, não teria o custo de ICMS que seria cobrado caso o resíduo saísse de uma fábrica para outra.

UFSC

Como substituição da lenha empregada na geração de calor e vapor, necessários para os processos de secagem e parbolização dos grãos (DELLA et. al., 2005, 2006). O poder calorífico  da casca é de aproximadamente 16.720 kJ/kg, que corresponde a 50% da capacidade térmica do carvão betuminoso de boa qualidade e a 33% da capacidade térmica do petróleo.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422006000600005

http://www.ceramicaindustrial.org.br/pdf/v10n02/Publicado_v10n2a03.pdf

EMBRAPA

PUC-RIO

A dissertação de mestrado de Karina Marchmann avaliou o  uso de carvão ativado proveniente da cinza de casca de arroz em tratamento de água e de efluentes.

http://www.urb.puc-rio.br/dissertacao/dissertacao_karina_marckmann.pdf

FEEVALE Startup Marina Tecnologia

A startup Marina Tecnologia (http://www.marinatecnologia.com.br/Default)

situada no Feevale Techpark, da FEEVALE, no Rio Grande do Sul, desenvolveu um processo usando sílica da cinza de casca de arroz, para uso em polímeros.

O produto SilroZ http://www.silroz.com/ é um componente para fabricação de pneus. A composição da cinza ajuda a produzir um pneu mais durável que pode até reduzir o consumo de combustível, pois diminui o atrito do pneu com o chão.  

http://www.bibliotecas.sebrae.com.br/chronus/ARQUIVOS_CHRONUS/bds/bds.nsf/0ce5943656de863dc2ad260309aa336a/$File/9912.pdf

O mesmo material está sendo testado  para fabricar um cicatrizante para ferimentos.

https://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2018/03/startup-produz-pneu-verde-partir-da-casca-do-arroz-e-fatura-r-600-mil.html

IFSul

O projeto RiceProp da IFSul, Campus Sapucaia, desenvolveu uma formula com a cinza da casca de arroz, para uso em propantes, materiais cerâmicos com alta resistência, empregados principalmente para auxiliar na extração de petróleo em grandes profundidades.

Clique para ver as iniciativas sustentáveis propostas pelos 4 segmentos:

Contato

contact@ecoinnovate4design.com

+55 21 2527-9295

R. General Dionísio, 12 - Humaitá

Rio de Janeiro - RJ, 22271-050

Visitas na página: